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Meu nome é
Francine. Sou casada há
dois anos e todas as minhas aventuras extraconjugais acontecem, ou de
comum acordo com o meu marido, ou acontecem sem que ele saiba e, depois,
conto tudo para ele; como, por exemplo, o que houve no clube que freqüento.
Sou morena, cabelos negros e longos, sobrancelhas grossas, seios firmes,
cinturinha, bunda arrebitada, pernas muito bem feitas (modéstia à
parte) e uma buceta sempre afogueada e superpeluda, que o marido
adora!!! É a única coisa que ele me pede: que eu nunca me depile,
mesmo que alguns pêlos apareçam nos lados do biquíni; ele diz que o
meu triângulo de pêlos púbicos é espetacular!
Voltando ao clube: para ter acesso ao parque aquático é
obrigatório fazer um exame médico mensal. O médico que assumiu agora
é recém-formado e veio com fama de super-caxias. Jovem, alto, um homem
muito bonito, daqueles que despertam logo as fantasias sexuais
femininas. Quando cheguei ao clube, peguei o último lugar na fila do
exame médico. Minha roupa de banho era um biquíni amarelo, bem
pequeno, que realçava bastante o volume do meu púbis; coloquei uma saída-de-banho
bem bonita e aguardei; ao chegar minha vez, ele pediu que entrasse e
fechou a porta; em seguida, pediu-me que retirasse a saia de banho.
Fiquei de costas e quando retirei a peça que cobria o biquíni, notei,
pelo espelho, que uma grande porção de pêlos pubianos estava à
mostra. Na hora, me veio a tentação: em vez de tentar escondê-los,
agi como se não soubesse que eles estavam aparecendo. Virei-me de
frente e notei que ele arregalou os olhos e ficou pálido; eu me mantive
o mais natural possível, me divertindo com a excitação daquele homem
lindo; tentando se controlar, me examinou as axilas, as mãos, os pés e
não tirava os olhos do meu púbis; disse que estava tudo bem comigo.
Como tenho alergia a altas temperaturas, fiquei conversando um pouco
mais com ele sobre esse problema e
pedi seu telefone caso precisasse; e ele não tirava os olhos do
bucetão! Então, criando coragem, me perguntou se meu marido não
sentia ciúmes em saber que sua mulher, sendo tão bonita e atraente,
estava sozinha num clube e de biquíni, deixando os homens todos em
polvorosa! Eu lhe disse que meu marido era o cara mais legal que eu
conhecia; tinha inteira confiança em mim e não tínhamos segredos um
com o outro. Ele deve ter se motivado com a minha resposta pois, daí a
pouco, quando eu estava à beira da piscina, recostada em uma dessas
cadeiras de repousar e um pouco isolada dos outros, notei que dava um
jeito de passar na minha frente, o que aconteceu umas quatro vezes
seguidas; eu, notando o interesse dele, deixava minha xoxota bem
exposta; na última passada, ele sorriu para mim e abanou uma despedida;
em resposta, fiz um sorriso bem sensual. O exame médico vale por
um mês. Contei tudo para meu marido e ele me disse que eu
caprichasse. Após aquele longo mês de espera, fiquei (agora de propósito)
no fim da fila novamente. Ao chegar minha vez, que frustação! Ele
estava doente e tinha um outro médico em seu lugar. Uma droga! O jeito
seria esperar mais um mês e fui recompensada. Lembrei-me do número do
seu telefone; liguei duas vezes: uma, para saber como estava de saúde
e, na outra, aleguei que estava com uma irritação na pele e indaguei
sobre um possível medicamento; disse-me que fosse ao próximo exame que
ele estaria lá e faria um exame detalhado. O que mais gostei foi saber
que ele lembrava de mim, entre tantas pessoas. Logo, conheceu minha voz
e isso me deixou felicíssima. No dia do exame, fui ao clube sentindo
uma tremenda excitação. Esperei um pouco e lá estava ele de novo! Ao
abrir a porta para entrar a próxima pessoa, parecia que procurava alguém
pelo jeito que examinava a fila. Ao ver-me, sorriu um sorriso
maravilhoso e fez um gesto com o polegar para cima. Tive certeza que
esperava ver-me e ficou satisfeito em saber que eu tinha comparecido. Eu
estava vestida, propositadamente, com roupa normal e estava usando uma
calcinha íntima, tipo biquíni, pequeníssima, branquinha e
transparente. Ao chegar minha vez de ser examinada, disse-lhe que não
estava de maiô, que ainda ia colocar e se ele se incomodava de me
examinar, estando eu com roupa íntima. Ele sorriu maliciosamente e
disse que não havia mal nenhum. Ao ver-me só de calcinha e soutien, o
cara ficou de olhos esbugalhados, vendo o pretume dos meus pentelhos sob
a calcinha e escapando dela; após o exame, disse que estava tudo bem
comigo e me encheu de elogios, que eu era bonita demais, que eu podia
ficar daquele jeito na frente dele, mas um outro homem não iria se
conter. Nesse momento me
veio uma idéia luminosa: disse-lhe que sentia uma comichão incômoda
perto da virilha e queria que ele examinasse; quase sem fala, pediu-me
que tirasse a calcinha e
deitasse para examinar melhor. Fiz o que ele pediu: fiz um strip-tease
bem sensual, deitei-me e, enquanto ele colocava as luvas, afastei as
pernas e elevei bem o púbis; ele veio me examinar e notei que sua
respiração estava ofegante, tentando se controlar; meu grelo estava
entumescido e minha buceta já estava toda encharcada de tanta excitação;
ele tentou disfarçar, mas vi perfeitamente que estava de pau duro que,
pelo tamanho da barraca armada, deveria ser enorme. Teve um momento em
que ele aproximou o rosto para examinar minha virilha e aproveitei para
levantar ainda mais o púbis e quase encostei a buceta em sua boca;
aí o rapaz não se conteve mais. Caíu de boca no meu grelo e
chupou com vontade; que coisa boa! Em retribuição, eu esfregava minha
xoxota em sua língua; ele lambia meu clitóris com verdadeira volúpia
e, talvez devido ao local e àquela situação maluca, gozei
imediatamente, um gôzo imenso que me fez tontear; enquanto eu gozava,
ele me puxou para a beirada da cama e afastou bem minhas pernas; tirou
seu enorme mastro para fora e me penetrou fundo, só que ele gozou logo!
Uma ejaculação forte, que parecia não ter fim! Ele chegou a perder as
forças! Por fim, me disse que eu era maravilhosa, supergostosa, há um
mês não conseguia dormir direito, pensando em mim e que gostaria de
fazer amor comigo novamente, mas com mais calma. Marcamos um encontro
num local bem romântico e seguro, o melhor lugar do mundo: minha casa!
Ele chegou, já exibindo uma superexcitação! Convidei-o a
entrar e vi que estava deslumbrado, pois eu estava muito bem vestida,
com um vestido bem comportado, lindo de morrer! Elogiou-me, novamente,
dizendo que eu era uma das mulheres mais lindas, sensuais e sexuais que
ele já vira! Agradeci e lhe indiquei o sofá. Sentando-se, ajeitou o
pauzão na calça, deixando a ereção bem à vista. Sentei-me ao seu
lado, olhando intencionalmente para aquela enorme elevação em sua calça.
Puxando-me para si, beijou-me apaixonadamente, enquanto acariciava meus
seios e minha buceta por sobre a roupa. Não me fiz de difícil. Segurei
seu pau com vontade, senti toda a sua extensão e procurei o zíper para
abrir a calça. Isso tudo durante o beijo. Vi que ele estava sem cueca,
o que facilitou trazer a tora para fora. Inacreditável! O pau era
enorme, grosso, cheio de veias. Não sei dizer o tamanho ao certo, mas
dava para segurar com as duas mãos e ainda sobrava uns dez centímetros.
Estava louca para retribuir o sexo oral que ele me fizera no clube.
Levantei-me para ir buscar duas almofadas grandes e coloquei no chão a
sua frente; ajoelhei-me sobre as almofadas, segurei o torão com vontade
e chupei com toda a volúpia: primeiro, a cabeça; ele gemia baixinho e
impulsionava minha cabeça para baixo; tentei abocanhar o mais que
podia, mas o mastro era grande demais e, ao chegar na metade, já estava
pressionando minha garganta; assim mesmo chupei com verdadeira tara; então,
aquela coisa gigante foi se avolumando, ele esticou o corpo, disse que
ia gozar e me preparei; sentindo o momento, apertei-o em minha boca e,
então, ele gozou; que maravilha! Saiu tanto esperma que quase me
sufocou; após engolir aquilo tudo, fui retirando, lentamente, aquele pênis
lindo da boca e, para minha surpresa, ele continuava duro! Que loucura!
Enquanto ele descansava, aproveitei para tirar a roupa em sua frente, o
que fiz com toda a sensualidade. Ele já não sabia mais o que falar,
estava extasiado! Ao ver-me toda nua, suplicou que o
levasse para a cama. Lá, retirou toda a sua roupa e deitou-se,
totalmente excitado. O pauzão parecia que ia explodir de tanto tesão.
Sentei-me naquele mastro e, lentamente, coloquei todo em minha xoxota;
uma delícia! Iniciei um movimento de sobe-e-desce, bem lento, fazendo-o
delirar de prazer. Que trepada! Agora, mais calmo, mais confiante, ele
mostrou do que era, realmente, capaz. Trepou comigo durante umas duas
horas, em todas as posições que se possa imaginar, controlando a
ejaculação e me levando a ter diversos orgasmos. Tivemos, ainda,
diversos encontros, nos quais as trepadas foram ficando cada vez mais
gostosas. Disse-lhe que meu marido já sabia de tudo, desde o início;
para minha surpresa, disse-me que tinha certeza disso e, antes que eu
dissesse, sugeriu que podíamos fazer sexo a três! A partir daí, e
durante uns cinco meses, aconteceram coisas inacreditáveis: um na boca
e o outro no bocetão; dupla penetração (uma
maravilha aquele pauzão todo enfiado no meu cuzinho, enquanto o
marido estava na buceta!), etc., etc. etc.
Mas, nada é eterno: chegou o dia em que o meu
doutor teve que ir para a Europa, fazer pós-graduação... Pode ser
que, na volta, ainda tenha o mesmo fogo! É esperar para ver...
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