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Depois
de dormir a tarde toda acordei de noite, e fui à quadra de novo. Na
metade da pista vi o italiano que me pediu pra fazer pesquisa sobre sua
família na Internet, com uma turma de amigos.
O
italiano a quem vou atribuir o nome fictício de Malavazzi, fazia uma
bebida com vinho, cachaça e pó de guaraná, depois fez girar o caneco.
Não tenho hábito de beber e fiquei grogue rápido enquanto isso a
turma viajava, armando a celebração a Dioniso.
Mais
tarde foi todo mundo pra parte escura da pista, ao lado do muro do colégio.
Quando acabou a mistura foram embora, o italiano falou que não deviam
ter ido antes de fazer a maior suruba. Deitamos na pista em frente ao
banco quando passou o último buzão na avenida principal. Depois
apareceu um carro na rua do lado, parecia viatura da polícia.
-
Qualquer coisa fala que você é universitário.
Era
um morador da vizinhança que voltava da night. Fomos para a rua
principal da vila onde Malavazzi encontrou um amigo cabeleireiro, a quem
falou que eu era uma pessoa carente.
Em
seguida o cabeleireiro disse que queria testar meu potencial humano.
Malavazzi nos levou pra quadra e pôs um papelão na pista escura. Subiu
no banco, tirou o calção e começou a dançar feito louco, depois
deitamos na pista o italiano tirou dois preservativos da calça e deu um
deles ao cabeleireiro.
Completamente
bêbado chupei o cabeleireiro enquanto Malavazzi vinha por trás. Dizia
que eu era branco e macio, e puxava meus cabelos com força. “Agora
sei porque gay tem o cabelo longo”.
Inutilmente
Malavazzi tentava achar o buraco enquanto o cabeleireiro tapeava minhas
nádegas.
-
Vamos, sua cachorra... por que corre aqui diariamente?
Continuava
puxando meu cabelo. Disse que assim não tinha jeito, e fiquei em posição
adequada.
-
Agora sim vou te rasgar.
Conseguiu
achar, entretanto por causa do estado alcoolizado socou cinco vezes
depois o peru saiu de novo. O preservativo estourou e me veio em cima
enquanto mamava no cabeleireiro. Depois chupei Malavazzi e o
cabeleireiro tentava de todas as maneiras me afundar.
Depois
levantamos e Malavazzi perguntou se tinha jeito de queixar minha irmã.
Em casa falei que fomos em uma festa noutro bairro, e era tarde pra ele
ira pra casa. O plano não ia dar certo, minha irmã tinha trancado a
porta do quarto. Malavazzi foi pro quarto do fundo onde ia continuar me
enrabando.
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