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Quem
os visse e os ouvisse, pensaria de certeza que estavam doidos e não
iria compreender o que se passava naqueles instantes de pura loucura e
orgia constante entre aqueles dois casais deitados no chão, trocando
carícias entre ambos, num espaço fechado em que mais nada se ouvia senão
os gemidos constantes das mulheres trocadas entre maridos de olhos
vidrados de prazer e de êxtase puro, esquecendo-se por completo o mundo
e outros espaços circundantes...
Quando
deram por terminada aquela fase, todos eles olharam uns para os outros,
desejando não terem perdido tanto tempo como perderam numa conversa
privada, de explicações quase fugazes, rindo-se abertamente por terem
concretizado uma situação que julgavam nunca poder acontecer, apesar
das suas idades jovens e mentalidades abertas numa época futurista!
Ana
fechou os olhos para um breve descanso, enquanto Tomás acompanhava
Pedro numa ida rápida à cozinha para petiscarem qualquer coisa e
comentarem o que se passara, ficando Maria também deitada no tapete
macio da sala, olhando para o tecto e rindo-se, um pouco envergonhada
talvez...
Ana nem
conseguia pensar como tudo aquilo acontecera assim, tão repentinamente
no primeiro encontro que tiveram com aquele casal um pouco mais
experiente naquelas andanças de submundo quase desconhecido para a
maioria dos casais que conheciam!
Tomás já
andava com a idéia de praticar o swing, comentando com a mulher
esporadicamente o facto de como seria muito bom experimentarem a troca
de casais e de fazerem novas amizades, conhecer outros pontos de vista,
não serem marginalizados pelas suas ideias e pensamentos de erotismo,
ao que Ana também não se opunha, mas que se sentia apreensiva em fazer
a troca de companheiro, não sabendo ao certo como iria terminar tudo
aquilo, sem se sentir magoada e pressionada pela ideia de um prazer
constante!
Combinaram
então pesquisarem através da Internet uma sala de conversa própria
para este assunto, afim de saberem à priori como seria estarem a teclar
com desconhecidos e apresentarem-se, comentando as suas ideias e
fantasias...
Encontraram
por fim, um casal com quem combinaram um encontro para o dia seguinte
num final de tarde, numa esplanada ao ar livre.
Ana,
mesmo assim mostrava-se receosa, talvez por não saber muito bem o que
fazer se a situação se tornasse numa realidade, ao que Tomás, achando
alguma piada, lhe respondera que se ambos não gostassem do que iriam
ver, não iriam praticar as suas fantasias e que tudo aquilo não
passaria de um simples encontro de amizade casual... Mesmo assim,
trocaram com o outro casal os números de telemóvel, ficando a conhecer
os seus nomes... Pedro e Maria!
Quando
Ana acordou naquele Domingo e foi preparar o pequeno almoço à cozinha,
deparou-se com o pensamento que afinal talvez não lhe fizesse tanta
impressão irem ambos ao encontro e se algo acontecesse, não iria ficar
de certeza com má impressão do outro casal, porque no seu íntimo,
desejava tornar realidade os seus pensamentos mais profundos e saberia
por instinto que iriam os quatro pairar sobre uma aventura sensual não
só de amizade, mas também de troca de prazer!
Na hora
combinada, lá estavam Pedro e Maria, vendo-os a aproximarem-se,
fixando-lhes o olhar, quem sabe a comentarem a situação, ao que Ana se
sentiu um pouco constrangida, agarrando o braço de Tomás com alguma
força, pedindo-lhe ajuda, caso ele a visse mais preocupada e
envergonhada...
Cumprimentaram-se
cordialmente, dirigindo-se quase de imediato para a esplanada...
Entre
risos e uma conversa subjetiva, avançaram para o tema principal que
seria o da troca de casais, explicando Pedro que essa situação também
tinha as suas regras, em que o respeito mútuo e a amizade eram
primordiais, não havendo obrigação alguma em tudo aquilo, estando
também a descrição e a liberdade entre os casais no topo da conversa,
passando-se depois para a questão da experiência que tiveram Pedro e
Maria, ao que Ana respondeu que não tinha nenhuma experiência e Tomás
concordando, explicou que tinha sido ele a conversar com a mulher,
mostrando-se um pouco mais aberto à ideia do swing, mas que concordava
em pleno que apesar de todas as pessoas o quererem praticar, achavam a
troca de casais um pecado quase fenomenal, criticando constantemente
quem o punha em prática, obrigando essas pessoas a esconderem o prazer
de uma forma quase terrível!
Ana
sentia-se muito à vontade com aqueles dois desconhecidos que abriam as
suas ideias de uma forma quase estranha para ela, mas compreendia
perfeitamente, pois afinal já não era nenhuma criança e sabia para o
que tinha ido, apesar de serem ambos virgens naquela viagem alucinante!
Como se
aproximava a hora do jantar, começou a ficar o tempo um pouco mais
frio, perguntando Pedro e Maria se eles os dois não quereriam ir até
à sua casa para conversarem melhor, talvez criando-se um ambiente mais
propício para pôr em prática o tal desejo num final de tarde bem
passado...
A casa
de Pedro e Maria tinha um ar confortável, caseiro, amistoso, ficando
quase de imediato Ana sentada no sofá de cabedal preto, esperando que a
qualquer momento Tomás prosseguisse com a conversa inacabada, ao que não
aconteceu, ficando Pedro sentado numa cadeira trocando as impressões
finais com ela, que questionava novamente o que tinha perguntado antes
na esplanada, talvez tentando dissuadir a decisão que já tinha tomado
antes de sair de casa...
Hora e
meia se passou assim, ficando quase Maria na repetição do que Pedro já
dissera na esplanada e Tomás olhando constantemente para Ana, na
esperança que não desistisse da decisão que sabia perfeitamente que
tinha tomado...
Houve um
espaço de puro silêncio, havendo troca de olhares entre os dois
casais, perguntando por fim, Pedro a Ana se ela já se tinha decidido,
pois sabia que se o casal com mais experiência não tomasse a
iniciativa, o casal iniciante ficaria constantemente à espera de tomar
a decisão algo crítica de passar à acção, o que já estaria
decidido e pensado.
Ana
muito rosada, respondeu que já se tinha decidido e para que Maria então
organizasse a sessão, ao que aconteceu quase instintivamente!
Baixou-se
um pouco o tom das luzes, começando a tocar uma música ambiente na
aparelhagem, vendo os três, Maria a despir-se devagar, sensualmente,
pedindo para que Ana se lhe juntasse e se deitasse no chão, ficando
ambos os homens sentados no sofá a observarem o bi feminino que iria
acontecer dentro de instantes...
Ana
ficou deitada em cima do tapete branco, felpudo, com a cabeça recostada
numa almofada, e de olhos fechados, começou a sentir as breves carícias
que Maria lhe fazia no corpo já nú, em que as pontas dos dedos lhe
percorriam o umbigo, tão devagar como se não terminasse o desejo de
ambas tão sensuais e belas que estavam...
Começou
então a ser beijada, primeiro entre os lábios, depois com ambas as línguas
a tocarem-se, sentindo-se bem com tudo aquilo e querendo fazer
sobressair o que já sabia de antemão que iria acontecer... Que iria
desinibir-se por completo, mostrando-se uma mulher sexualmente atraente,
capaz de fazer as maiores loucuras na questão da prática do sexo...
Começou
a gemer baixinho quando Maria alcançou o seu clitóris com a língua,
lambendo-a e acariciando-a nos seios, beijando-lhe o pescoço,
apertando-lhe um pouco os bicos dos seios já saídos, dizendo-lhe ao
ouvido de como era bom estar com ela...
Quase
instintivamente, Ana fez deitar-se Maria no tapete para então
concretizar o que desejava fazer... Beijou-lhe a cara, o pescoço, a
boca, os ombros, os braços, passando a sua língua por todo o corpo tão
vagarosa e sensualmente, fazendo com que Maria gemesse cada vez mais e
dissesse constantemente o como era bom e como lhe agradava estar com
outra mulher que a fizesse sentir nas nuvens, percorrendo agora Ana todo
o seu corpo com a língua, fixando-se mais no seu umbigo até descer ao
seu clitóris já molhado, lambendo-lhe a vagina, enfiando a língua ao
mesmo tempo que enfiava um dos seus dedos naquele espaço depilado... Ao
sentir que Maria já estava a ter o seu orgasmo, voltou a atravessar a
sua língua por todo o seu corpo, beijando-lhe um dos seios, puxando
ainda mais o bico para fora e com a outra mão acariciava o outro seio,
fazendo com que Maria se rebolasse no chão, tendo uma almofada em cima
da cara para que os seus gemidos não fossem ouvidos fora daquelas
quatro paredes, em que Pedro e Tomás fixavam os seus olhares em toda a
aquela situação de estarem a ver o sensualismo de duas mulheres
amando-se, ficando ambos admirados por verem Ana assim tão desinibida
ao ponto de tomar conta da situação e de se envolver por completo no
bi sensualismo de estreia.
Tomás
sentia-se extasiado com aquele cenário, tendo ficado ainda mais
excitado ao ver a sua mulher a tornar-se numa deusa do amor, tão
apreciada por outro homem como ele a apreciava e olhando para Pedro
corou, pois já não sabia o que fazer, estando o seu membro tão duro e
inchado como estava, querendo juntar-se a elas, ao que Pedro lhe disse
para ter calma, pois a sensualidade entre duas mulheres é sagrada e
bela de se observar, não havendo nada mais belo do que aquele cenário...
Agora
podiam ver Maria tocando os seus seios fartos na vagina de Ana,
massajando-os na sua pele macia, havendo troca de mãos agarradas uma na
outra, tal era o prazer consumado entre as duas... Maria disse então
que ambos os homens já poderiam entrar no jogo, ao que se começaram a
despir para depois Pedro comentar com Tomás que não se preocupasse com
nada e que fizesse o que quisesse com Maria, pois que iria fazer o mesmo
com Ana naquele swing tão desejado por aquelas quatro pessoas...
Ana
estava por cima de Maria, acariciando-lhe os seios, quando Pedro se lhe
aproximou tocando-lhe nas costas com a ponta dos seus dedos tão másculos
como ele próprio, em que começou logo depois por lhe acariciar a
vagina, a barriga, beijando-a nas costas, tomando conhecimento com o seu
corpo reboliço, perguntando-lhe se estaria a gostar e se estaria bem...
Abrindo os olhos, Ana abanou positivamente a cabeça, recebendo os seus
beijos molhados, quais guloseimas deliciadas, deitando-se de seguida no
tapete ao lado de Maria que se deliciava com o pénis de Tomás tão
erecto como de prazer intenso entre corpos unidos pela troca de seres
descomplexados e livres que eram...
Ana já
não sabia o que fazer, tão excitada que estava, sentindo Pedro a
beijar todo o seu corpo, correspondendo ela da mesma forma, fazendo as
mesmas carícias que fizera a Maria no peito peludo daquele homem já
experiente que gemia ao som da música que se ouvia por entre ouvidos
que não a conseguiam receber, pois que estavam tão direccionados para
aquele momento deliciante, onde também Tomás acariciava Maria nos
seios, lambendo-os com a língua, apalpando o seu rabo bem torneado
fazendo com que se aproximasse mais o corpo daquela jovem mulher do seu,
tão excitado, trocando ambos palavras incompreensíveis para o comum
dos mortais, fazendo com que Maria tivesse o seu segundo orgasmo também
com a ajuda de Ana que a beijava na boca, enquanto estava na posição
de quatro e Pedro a lambia e lhe penetrava três dedos na vagina
extensamente molhada e aberta, pronta para receber o seu membro também
erecto... Não sem antes Ana o lamber e chupar o seu todo, enrolando-o
por entre a língua e os dentes, ora chupando-lhe só a cabeça do pénis,
como ora lambendo-a tão devagar como se estivesse a terminar, ora começando
a chupá-lo desenfreadamente, fazendo com que Pedro quase gemesse mais
alto, ora beijando-lhe a boca entreaberta, ora Pedro a tomasse em seus
braços e ao abraçá-la, lhe tocava com o pénis na barriga, querendo
uma penetração perfeita...
Tomás
agora em cima de Maria, penetrava-a com o preservativo posto, vendo-a
com uma feição de loucura sensual a abraçá-lo tão fortemente,
quanto o prazer que estava a sentir, que fez com que Tomás também
tivesse o seu orgasmo fora da sua vagina, tendo oportunidade de poder
ver Ana sentada em cima de Pedro numa posição de cadeira entrelaçada,
balançando ao som de pequenos gemidos que ambos faziam, mostrando que
estavam a adorar aquele momento, mas que Pedro lhe pedia para se balançar
mais devagar, pois estava a sentir que iria ter um orgasmo, mas que
ainda o não queria ter, pois queria prosseguir com aquela penetração
tão deliciosa...
Ana
ainda tentou seguir o seu pedido, mas vendo que não conseguia, foi
desviada para trás por Pedro que retirou o seu pénis dentro de si,
tentando abrandar o seu desejo, mas continuando a beijá-la, já deitada
e ele por cima dela, querendo penetrá-la novamente...
Tomás já
refeito do seu orgasmo e limpo, deixava que Maria o continuasse a
lamber, vendo Ana a deliciar-se por completo com Pedro que já tinha
tido o orgasmo, mas que enfiava agora alguns dedos dentro de si, fazendo
com que se viesse loucamente, agarrando as pernas da mesa de mogno,
arrastando-a um pouco para a frente, tal foi o seu desejo intenso...
Ficaram
os casais assim, calados por uns breves momentos, tentando descortinar
sobre o que se tinha passado, qual sensação mais utópica e qual prática
sexual mais bela aquela que tinha acontecido ali, naquele espaço
imaculado por aventuras constantes entre casais tão unidos como de
loucos num cio constante!
Ao
retirar o seu preservativo, Pedro levantou-se, rindo-se satisfeito e
dizendo para todos os presentes que nunca teria pensado que este
encontro tivesse tido um desfecho tão gratificante e bom como fora,
confirmando Maria que também dissera a Ana que esta se tinha desinibido
tão bem, que nunca teria imaginado que fosse capaz de praticar o bi
feminino, tão apreensiva que tinha ficado momentos antes...!
Pedro,
então dissera que iria à cozinha petiscar qualquer coisa, perguntando
a Tomás se o queria acompanhar, ao que este logo se prontificou,
ficando ambas as mulheres deitadas no chão. Ana de olhos fechados e
Maria olhando para o teto, rindo-se ambas. Uma tarde muito bem passada!
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