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Há dois meses atrás conheci uma mocinha que me fez suspirar.
Tudo começou quando eu saí com uns amigos para uma danceteria,
uma casa de diversão daqui de Nova Iguaçu, RJ.
Lá, depois de algumas cervejas eu conheci Érida ( nome suposto).
Érida, uma morena linda, com vinte anos, foi apresentada por um amigo que eu conhecia há muito tempo. Ela me acompanhou-me na cerveja e logo eu a chamei para dançar. Dançamos bastante e logo ela me chamou para dar umas voltas. Falei com meus amigos e eles concordaram.
Fomos para a praça Santos Dumont e lá, ainda com uma latas de cerveja nas mãos, nós começamos a conversar.
Ela disse que estava chateada com seu ex-namorado por ter posto um tremendo chifre nela e que se vingaria disso. Perguntou se eu não tinha namorada e se já tinha passado por isso. Confessei, que eu não tinha namorada e que a única que eu
tive não liberara nada para mim; em outras palavras, ficara claro que eu não comera ninguém.
Ela ficou incrédula. Aliás, eu tinha 20 anos e ela não acreditava que um rapaz dessa idade ainda podia ser virgem. Ela, então, passou as mãos por meu cabelo e disse que sabia como resolver nosso problema.
Sem nada a dizer me beijou e me convidou para ir à sua casa, ali perto, em Juscelino. Eu fui. Os pais dela não estavam em casa. Ela pôs uma música para relaxarmos e dançamos juntinhos,
trocando beijos apaixonados.
Ela então, pôs as mãos em minha calça e bolinou meu pau com carinho, enquanto minhas mãos passearam por sob sua
sainha. Logo, começamos a nos beijar com sofreguidão e em um minuto estávamos nus. Eu, com o coração a mil, por não ter
visto uma mulher nua, nunca, caí de boca em sua vulva ( com cheiro de fêmea) e acariciei seu clitóris.
Ela gemia até que gozou em minha cara. Eu preparei meu mastro, pus uma camisinha ( que eu ansiava usá-la antes de terminar o prazo de validade) e comecei a traçá-la com sofreguidão.
Ela gritou e disse que também era sua primeira vez e que eu devia partir com cuidado.
E assim nós caímos exaustos, mas felizes pela transa.
Depois disso ainda voltamos a danceteria com naturalidade, abraçados, como se fôssemos namorados a muito tempo.
E foi isso que falamos com todos os meus amigos.
Hoje, nós sabemos que a danceteria virou igreja evangélica mas isso pouco importa.
O que importa é que nós não nos separaremos por nada nesse mundo tão bondoso para conosco!!!
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